Acredito que nada sei do que sou. Do que quero, sei apenas que ainda não sou.
Mas o que realmente quero dizer com tudo isso? Nada, nem ninguém, deve saber ou desconfiar de minhas fraquezas. A todo instante devo finjir que sou tudo o que eu queria ser. Mas é certo mentir para mim mesma?
Minhas incertezas me confundem. Falo nesse instante sem saber o que digo. Nada do que penso faz sentido. Muita incerteza paira sobre minhas certezas encobertas por minhas diversas máscaras. Máscaras que confudo com minha real face. Minha mente me engana a respeito de mim mesma. Mas porque confundir? De que adianta o mundo que criei se amanha tudo se desfaz?
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